Marc 21

001 5816
003 BAGR-A
005 27072018153200
006 $m 27072018153200
082 325.328
090 M228a 1982
100 Maria, Luis (y otros)
$q Luis Maria (y otros)
245 América latina: novas estrategias de dominacao
250 2 ed.
$b Incluye portada
260 Sao Paulo : Vozes; 1982.
$a Sao Paulo
$b Vozes
$c 1982
300 169 p. 21 cm.
$a 169 p.
$c 21 cm
500 Incluye sumário: 5 pp.
500 $3 1
520 No início do século XIX o governo dos Estados Unidos da América já havia demonstrado intenção de demarcar as áreas onde pudesse exercer sua influência econômica. O presidente James Monroe, em 1823 criou a Doutrina Monroe, com o lema “a América para os americanos”. A intenção era afastar a presença de capitais e produtos europeus, especialmente ingleses dos países americanos recém independentes. Era o primeiro passo dos EUA para controlar as nações do continente americano. O imperialismo foi facilitado pelas condições em que haviam ocorrido os processos de independência colonial: fragmentação política, poder local nas mãos da aristocracia e permanência de estruturas típicas da colonização de exploração. No governo de Theodore Roosevelt, entre 1901 e 1909, a Doutrina prevaleceu. Um exemplo da intervenção imperialista foi o apoio dos EUA na consolidação da independência em Cuba, com a Emenda Platt na constituição cubana, na qual dizia o direito dos EUA construírem bases militares no país. Outro exemplo é na intervenção norte-americana na independência do Panamá em 1901, em troca de apoio político e militar, o governo norte-americano garantiu o controle sobre a passagem que interliga o Oceano Atlântico e Pacífico. O governo norte-americano tinha interesse sobre Cuba e Panamá Por causa da localização estratégica desses países na América Central, são pontos de ligação entre o norte e o sul do continente americano e passagem do Oceano Atlântico para o Oceano Pacífico. A América Latina – com exceção do Caribe e de alguns territórios na América do Sul – não sofreu com a ocupação territorial imperialista por parte das grandes potências europeias. O fato dos países latino-americanos ter conquistado a sua independência era um fator que fazia com que as potências imperialistas utilizassem outras estratégias de dominação.
521 Cualquier público
546 Español
650 IMPERIALISMO; DEMOCRACIA; AMERICA LATINA; CAPITALISMO; MODELOS ECONOMICOS
700 de Souza, Herbert José; de Castro Andrade, Regis; Portantiero, Juan Carlos; Barraza, Ximena
850 Biblioteca Anibal Guzmán Rojas